Uma história de trabalho e determinação.

Desde sua fundação, em 1969, a então Planave Escritório Técnico de Planejamento S.A mantem sua destacada trajetória no segmento da engenharia consultiva nas áreas de energia (petróleo, gás e indústria em geral) e infraestrutura de transportes (portos e terminais, manuseio, transporte e armazenagem de cargas e logística). Fruto da fusão de dois grupos com o mesmo foco de negócios e ideais, a PLANAVE S.A. Estudos e Projetos de Engenharia completa, em 2014, 45 anos de atuação, executando projetos caracterizados pela oferta de soluções multidisciplinares de engenharia que aliam criatividade e conformidade aos padrões de exigência de seus clientes.

A empresa surgiu em um momento peculiar na história do país, quando havia uma arrojada política de investimentos em infraestrutura. Essa fase proporcionou à PLANAVE a oportunidade de realizar projetos de considerável relevância na área portuária como, por exemplo, a execução do Primeiro Plano Diretor Portuário (1973/1975), que englobava os principais portos do país, ou ainda os estudos, projetos e acompanhamento das obras do Complexo Portuário do Porto de Sepetiba. Este último, localizado na região de Itaguaí, teve, desde então, diversas expansões executadas pela PLANAVE até os dias atuais, a destacar, o terminal de contêineres, o Porto Sudeste e o Estaleiro e Base Naval (EBN) da Marinha ora em construção.

Todos esses projetos e muitos outros, antigos ou atuais, foram sendo executados em diversas regiões do país, tais como, no norte/nordeste os portos de Vila do Conde (PA), Itaqui (MA), Fortaleza e Pecém (CE) e SUAPE (PE); passando pelo sudeste, desde os projetos para os portos de Vitória (1974) e Praia Mole (1974/1984) até os modernos terminais de UBU e Barra do Riacho (ES); Santos e Guarujá (SP), até a região sul - Paranaguá (PR), Itajaí, Itapoá e Navegantes (SC). Todos esses e muitos outros consolidaram e sedimentaram o nome da empresa no segmento de infraestrutura portuária.

Até 1990, os contratos eram predominantemente com o setor público. Nesse ano, após a extinção da PORTOBRAS, os projetos de infraestrutura no segmento praticamente desapareceram, obrigando a PLANAVE a buscar um reposicionamento no mercado. O foco saiu do âmbito público para o privado e, com isso, os esforços e procedimentos técnicos tiveram que ser ajustados à realidade dos novos clientes. Apesar disso a PLANAVE nunca perdeu sua posição de destaque, conquistando o reconhecimento de importantes grupos empresariais do país, presentes em sua carteira de clientes até hoje. O nome da PLANAVE está atrelado à história de praticamente todos os portos e terminais brasileiros de expressão.

Ao longo da sua existência, a PLANAVE também participou de centenas de projetos juntamente com a PETROBRAS, destacado cliente até os dias atuais. O primeiro contrato da empresa com a petrolífera data de 1974, tendo como escopo a engenharia portuária. Três anos depois, em 1977, o foco dos serviços passou para a área de offshore, à época em que se iniciava a exploração em águas profundas na Bacia de Campos. A recente exploração do pré-sal, grande tendência do setor, já demanda os primeiros serviços de engenharia, com grande perspectiva de desenvolvimento para os próximos anos. Atualmente, o segmento de óleo e gás (downstream e upstream) continua ocupando uma posição de destaque nos negócios da empresa. Em sintonia com os Planos de Investimento da Petrobras, a PLANAVE vem tendo, nos últimos anos, uma marcante atuação em projetos de grande envergadura, a destacar serviços e projetos para a construção de plataformas e FPSO's e para refinarias, citando-se como exemplo REPAR (PR), Premium I e II (MA e CE), RNEST (PE) e o Complexo Petroquímico do Rio de janeiro (COMPERJ/RJ).

Desde a década de 80, a empresa passou a considerar relevante a questão do meio ambiente, decidindo agregar às suas atividades as disciplinas ambientais. Em 1989, realizou o primeiro estudo de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) para o setor portuário no Brasil, no Porto de Mucuripe/CE e, desde então, vem executando dezenas de contratos no segmento.

Em 2003, foi obtida a certificação de atendimento às normas de qualidade segundo a ISO 2000 e, em 2008, a certificação para as normas ISO 14000 (ambiental) e OHSAS 1800 (segurança).

A vocação para o setor marítimo foi estimulada por um de seus fundadores, e principal executivo até seu falecimento em 2004, engenheiro naval Liberato Sigaud, grande entusiasta dessa área, e continuada por seu filho Rodrigo Sigaud, atual presidente. Ao longo dos anos, diversos contratos de afretamento e operação para terceiros foram sendo executados pela empresa. No entanto, a oportunidade de operar no segmento de navegação de apoio à indústria com equipamento próprio surgiu com a construção e incorporação, em 1997, da sua primeira embarcação, a Pegasus I.

À luz da breve pincelada histórica acima, adquire importância o aniversário de 45 anos de trajetória ininterrupta da empresa, completados em 2014. Os seus fundamentos, valores perenes de credibilidade, competência e responsabilidade, seguem imutáveis e indicarão o caminho para os próximos 45 anos.